Iniciam as negociações para dar fim à rebelião no presídio de Feira de Santana Detentos fazem reféns. Já foi interrompido o fornecimento de água e comida, mas as vítimas ainda não foram liberadas

Foto: Ed Santos / Acorda Cidade

Foram retomadas as negociações para tentar estabelecer a normalidade no Presídio de Feira de Santana, após uma rebelião iniciada ontem e que resultou na morte de pelo menos oito detentos e dezenas de feridos. Há pelo menos cinco presos internados em estado grave no Hospital Geral Clériston Andrade.

De acordo com informações colhidas, os detentos aproveitaram o dia de visita para fazer reféns. Ainda não foi divulgado o número de pessoas que estão sob o poder dos presidiários, mas sabe-se que há inclusive crianças, parentes dos custodiados.

A fim de forçar o fim da rebelião, a direção do presídio interrompeu o fornecimento de água e suspendeu o fornecimento de alimentos.

Uma comissão de Direitos Humanos da Câmara de Vereadores de Feira já está no presídio, junto com o comandante da Polícia Militar na cidade, Adelmário Xavier, para tentar dar fim à rebelião. Apesar de ter capacidade para abrigar 644 detentos, o presídio abrigava 1.467 presos.

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